terça-feira, 27 de março de 2012

As pessoas tem de aprender a pedir desculpas quando erram, tem de se começar a aperceber que nem tudo na vida é como elas querem, nem da maneira que querem, não podem viver no seu mundinho cor-de-rosa e fazerem o que querem, dizerem o que querem sem se aperceberem de que magoam as outras pessoas,por maldade ou por simples distracção não se dão conta e não pedem desculpas.
Todos temos de aprender a crescer um dia e isso nada tem a ver com a idade ou com as nossas condições sociais, mas sim com a vida que levamos, a vida que escolhemos levar, com as nossas decisões, erros, escolhas, atitudes isso tudo conta para sermos quem somos ao final de uns tempos.
Aprendemos connosco mesmo, as outras pessoas ajudam ao nosso amadurecimento, ao nosso crescimento pessoal. Umas ajudam de uma maneira saudável e são esses os nosso verdadeiros amigos, aqueles que nós dizem o que deve ser dito na altura certa e principalmente da maneira certa, depois há aqueles que nos ajudam a crescer porque de uma maneira ou de outra nos desentendemos, ou fomos magoados e deixamos de confiar neles.
Com 23 anos, infelizmente ou felizmente, já aprendi algumas coisas, muitas das quais se calhar preferia não saber e nem sequer pensar que era possível acontecer, mas acontece e das mais variadas maneiras e de certa maneira já estou prevenida.
Por isso quando digo que não confio no mundo em geral, é verdade, há algum tempo que deixei de confiar nas pessoas, pelos mais diversos motivos, mas principalmente porque as más línguas são uma coisa terrível e porque eu sempre tive uma queda natural para saber sempre o que se passava, não só com os outros mas sobre mim mesma também.

segunda-feira, 26 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

Teorias

Teorias, teorias e mais teorias,toda a gente tem pelo menos uma teoria na vida,seja ela dedicada a família, ao trabalho, a lemas de vida, a amizade ou amor. Mas a verdade é que nem sempre as teorias se aplicam à realidade, na nossa cabeça sabemos que aquela amiga que nos avisa para pensarmos neste ou naquele assunto, que nos diz que devíamos ter uma conversa seria e perceber o que realmente esta ou aquela pessoa quer de nós é verdade e que realmente deveríamos fazer isso, mas também sabemos que é difícil aliar a teoria a prática.
Quando colocamos a hipótese de fazer valer a teoria alguma coisa acontece e nos diz que se calhar é melhor não nesse dia, andamos sempre a procura de desculpas para não o fazer porque de certa maneira sabemos que podemos perder o que temos, é verdade que também podemos ganhar mais, mas nestas alturas a fase pessimista vêm sempre ao de cima e é sempre de maneira mais pessimista que pensamos.
Pelo menos eu sei que sou assim, tenho muitas teorias (verdade seja dita, todas elas certas e confirmadas, mas não por mim) e sei que não consigo alia-las a prática, mesmo sabendo que o devia fazer e que era sem dúvida o melhor para mim, mas não consigo, imagino sempre mais o que tenho a perder do que a ganhar!

domingo, 18 de março de 2012

Parece que andei a tareia

Como diz a I. o pior de sair sair a noite é o dia seguinte onde parece que levamos uma carga de porrada e ainda por cima quando uma pessoa já não tem o mesmo andamento que tinha há 3/4 anos atrás.
Mas o que interessa é que no final vale sempre a pena encontramos-nos com velhos amigos e conhecer outros tantos novos =)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Quero...


Qualquer um desde itens é bem vindo cá em casa, só falta descobrir onde há. <3


Adoro!!

Apesar de já existirem desde o ano de 2005 eu só os descobri há relativamente pouco tempo e confesso que fiquei fã desde a primeira vez que ouvi a música deles. 


Portico Quartet - News from verona

...

Receber um telefonema dele nunca tinha acontecido mas promete fazer o resto do dia correr bem =)

quinta-feira, 15 de março de 2012

=)

"Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim." =)
"Durante algum tempo, me senti fora de mim. Antes que você pense que estou bêbada, sob o efeito de alucinogénos ou com algum sintoma de esquizofrenia, explico: eu não me sentia confortável com meu jeito de ser.
Acho que a gente passa boa parte da vida tentando descobrir quem é. Existe uma fase em que achamos que temos que provar algo para alguém (pode ser pai, mãe, tio, professor, amigo). Já tentei agradar outras pessoas inventando uma espécie de personagem. É chato, dá trabalho, cansa e no final do dia a gente se sente uma farsa, quase um lixo. 
Já disse que gostava de futebol para um cara que era louco pelo Grêmio. E olha que eu não sei o que é impedimento (já tentaram, inutilmente, me explicar mais de cinco vezes). Já disse que ia terminar a faculdade de Direito para agradar a minha mãe (não consegui e larguei na metade) e a de Psicologia para agradar meu pai (não consegui e larguei um ano antes de me formar). Já disse tanta coisa e depois me arrependi. Já fiz tanta coisa só para gostarem de mim. Pura carência. Puro medo de não ser aceita. Puro engano. Até que chegou uma hora em que eu decidi ter um papo bem sério comigo mesma. Me chamei num cantinho e disse: escuta aqui, você está querendo enganar quem? 
A gente se passa a perna constantemente. E o pior: sem a menor vergonha na cara. E fazemos de novo, de novo, de novo. Até a hora do basta. Acredito que a Hora do Basta é aquela hora em que o mundo para um segundo de girar, uma luz forte e assustadora se acende bem na nossa fuça e a gente entende o que diabos está fazendo no mundo. Porque todo mundo aqui tem uma missão. É ou não é?
Não dá para viver de aparências. Somos o que somos. Sem máscara, sem fingimentos, sem esforço. Mas isso eu só entendi depois de algum tempo. E foi aí que comecei a viver de verdade. 
Quer saber quando as coisas começaram a dar certo? Quando decidi que ia viver minha vida de modo que quando eu deitasse a cabeça no travesseiro me orgulhasse a cada segundo de erro por erro, acerto por acerto, defeito por defeito, qualidade por qualidade. Sem o menor medo, sem o menor pudor e com o maior respeito não por uma imagem que criei, mas por uma essência que é natural e sem retoques.
E eu sou assim como você vê: sensível ao extremo, dramática até dizer chega, um pouco sem paciência com lerdeza, dona de um humor matinal quase azedo, com um caminhão de defeitos chatos e outros tantos incorrigíveis, mas com uma franqueza no tom da voz e no brilho do olhar. Se você não gosta do meu natural, tudo bem, é direito seu. Não vou me maquiar na tentativa de você gostar de mim.” 
Clarissa Corrêa

quinta-feira, 8 de março de 2012

Gosto!

" Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto.Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais de que você. Se livrar. Deixar para trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento."

Caio Fernando de Abreu

terça-feira, 6 de março de 2012

Quando uma relação não dá certo ou quando aquele rapaz especial não passou de uns beijos bem dados, uns passeios interessantes e momentos agradáveis que permanecem na nossa memória temos sempre tendência a culpar o amor e a achar que a culpa é nossa. Que alguma coisa devemos ter feito de mal tantas vezes para não conseguirmos encontrar alguém que nos mereça, choramos baba e ranho, andamos de mau humor dias e dias, não queremos sair de casa e os dias parecem intermináveis e só queremos a nossa cama, o silêncio e os momentos que temos quando nos vamos deitar, onde podemos chorar sem que ninguém nós veja. A nossa família leva com o nosso humor desgraçado, mas coitados nunca sabem o que se passa e pensam que é só mais um dia daqueles em que não nós podem dizer nada, os nossos amigos estão connosco, falam connosco, fazem os possíveis e os impossíveis para nos fazer ver que aquilo foi o melhor e que se assim aconteceu foi porque deveria ser e porque ele não nos merecia, não nos dava valor. Amigos, aquela família que podemos escolher e com quem contamos nestes momentos.
Mas não era assim que deveríamos reagir, devíamos pensar: Não deu? ok, não vou andar a bater com a cabeça na parede. Não quer? Muito bem, custa um bocadinho porque se acha que ele era diferente.
É mais que óbvio que quando essa hora chegar vai ser difícil termos discernimento e saber que esta na hora de aliar a teoria a prática, mas devemos pensar que por muito que custe aos primeiros dias vai ser mais fácil, temos de ter em conta o nosso orgulho e ter sempre por cima o nosso amor próprio.
Se vamos chorar? é claro que vamos; se vamos achar que nunca ninguém vai gostar de nós e que nunca vamos encontrar um namorado tão bom como o desta ou daquela amiga? é óbvio que vamos; se nos vamos perguntar qual é o defeito que temos que afasta o sexo masculino ou o que é que fizemos de mal? sim, claro, nem éramos mulheres magoadas senão o fizéssemos.
Mas depois destes primeiros dias, erguemos a cabeça, sorrimos, vestimos as nossas melhores roupas e saímos, sozinhas ou com os amigos. Comemos uns gelados, começamos a sair mais vezes, vemos pessoas bonitas, damos conta de que este ou aquele café, ou aquele bar costuma ter os homens mais bonitos ou os mais simpáticos e apesar da  quebra de confiança que criamos com o mundo em geral começamos a frequentar este ou aquele sítio, começamos a ver que o mundo não parou e que ainda há muita coisa por ver e por viver.
 E quando deres conta já passou e já nem te lembras bem do que chegaste a ver nele.

...

Bom dia !!


Acordei ao som desta música! Começou bem o dia =)

(se eu gosto do Adam Levine e se tudo correr bem dia 1 de Junho Parque da Bela Vista lá vamos nós =D )